sábado, 24 de outubro de 2009
Burnout
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
FAFUPI, educação extramuros!
domingo, 27 de setembro de 2009
Idéias, ensaios, pensamentos... nada me contenta.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Aviso!
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Imponha respeito!
Adjetivo de dois gêneros.
Que depende de acontecimento incerto; casual, fortuito, acidental.[Pl.: –ais.]
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Eventualidade...
e.ven.tu.al
Adjetivo de dois gêneros.
Que depende de acontecimento incerto; casual, fortuito, acidental. [Pl.: –ais.]Eventualmente atuo como professor.Sendo assim, eventualmente preparo aulas.Eventualmente imagino poder transmitir conhecimento.Pois sempre me deparo com classes cheias.Eventualmente consigo fomentar uma discussãoJá que essa é a função de um professor.Eventualmente alguém presta atenção no que eu digo.Quando na verdade seria "obrigação" de todos.Eventualmente alguém consegue aprender alguma coisa.E isso é o que me motiva a continuar eventualmente.Agora...Frequentemente, sinto vontade de sumir.Frequentemente, sinto pena daqueles que disperdiçam a oportunidade de conhecerFrequentemente, sou agredido. Por palavras, gestos e atitudes.Frequentemente, ninguém quer resolver o problema.Frequentemente, o egoísmo e a ganância sobrepujam a ética.Frequentemente, penso em desistir.Mas lembro, que eventualmente, alguém pode aprender alguma coisa comigo.
domingo, 30 de agosto de 2009
É uma cilada Bino!
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Novos Rumos
domingo, 23 de agosto de 2009
Hoje é domingo missa e praia céu de anil...
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Segunda
domingo, 16 de agosto de 2009
Rodeio, Velho Oeste, e volta as aulas...
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Notícias do Front... muitas baixas... mas estamos avançando!
domingo, 9 de agosto de 2009
O inimigo iniciou a ostensiva...
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
P. de Paulo e de Prudente
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Silêncio de Rádio...
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Nada de novo no front...
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
"A diferença é o único elo capaz de ligar duas pessoas."
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Enfim... Acabou
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Mussum Day!
terça-feira, 28 de julho de 2009
Juca Kifouri! Até quem enfim alguém!
Não tomarás em vão o nome do SENHOR, o teu Deus
Maledita caixa televisiva
sexta-feira, 24 de julho de 2009
20 minutos... e poucas idéias...
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Era apenas uma... ou doze...
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Amistad, Religião, Cultura e afins.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
"Coisa di loco"
domingo, 19 de julho de 2009
De tão bonito, chega a ser feio
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Consolação
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Resposta e o preconceito
Vamos tentar responder a pergunta do post passado... - "A mudança causa medo, algumas pessoas não mudam por isso, já outras mudam constantemente, por que algumas dessas (pessoas) mudam e as vezes para pior?"
É embora eu queira buscar respostas para todas as perguntas, acho que essa não é plausível de resposta, claro que posso encontrar alguma explicação para isso mas vai variar, ihhh claro que vai. As pessoas estão sempre em busca da felicidade ou daquilo que elas julgam felicidade, é. Julgam pois, quando alcançam sempre querem mais. Veja o exemplo: Se você quer comprar um carro novo para alcançar sua felicidade (Sem papo que isso é materialismo, capitalismo). Você dá duro, trabalha, e consegue. Tá e ai? Tá feliz? Sim, estou! Certo e qual o motivo que vai te fazer, daqui a alguns dias almejar um novo carro? Não estava feliz carambola? Não!
Veja, as pessoas querem mais, sempre. Mais dinheiro, mais comida, mais sossego, mais agito, mais silêncio, mais barulho, mais paz, mais progresso, mais guerra. Sempre mais! Por isso nunca vão deixar de mudar. Mas elas não percebem isso. Ah, já perdi a linha de pensamento, estava falando em mudança! Pois bem, as pessoas mudam e as vezes pioram, claro pioram as vezes ao nossos olhos mas o que importa é ela. Então confirmo e encerro o assunto, as pessoas na verdade são egoístas! Já dizia Raulzito "EU SOU EGOÍSTA!" (http://www.youtube.com/watch?v=KnYRQowDrWg)
Na verdade, pouparia o meu e o seu tempo apenas colando a letra dessa música. Acho que traduz bem essa mudança. As pessoas são egoístas, podem não demonstrar hoje, agora, mas são e um dia isso vem a tona e algumas são muito, mas MUITO, egoístas!
Eu sou egoísta
Composição: Raul Seixas / Marcelo Motta
É, "o que eu como a prato pleno, bem pode ser o seu veneno!". Portanto abra o olho!
Ahhh para o próximo post talvez, "A guerra é produto da paz!". É, paz paz paz paz.
Beijooooooooooooo
terça-feira, 14 de julho de 2009
Agora já é amanhã
segunda-feira, 13 de julho de 2009
"Ele está de volta na noite.. ele está de volta no bar..."
Final de semana foi bom! Fazenda etc e tal.
Estive pensando sobre muitas coisas, muitas idéias mas pouca inspiração.
Na verdade, os cemitério vem tomando grande tempo da minha vida e com isso tudo que penso se relaciona a morte. Falando nela e nele, morte e cemitério respectivamente mas sem me alongar, descobri que não foi apenas o Bastião que perdeu seus atributos santos.
Sim! Jesus foi assaltado! Vejam isso! E não apenas uma vez. Existe uma escultura bastante difundida de Jesus que é chamada por alguns de Cristo Bom Pastor, outros como Cristo Bate a porta ou coisa do gênero, que não lembro agora. A iconografia é mais ou menos assim: Um Jesus, forte e alto como sempre, com traços ocidentais, que faz o movimento de bater em uma porta - algumas construções são erigidas com pedras verticais com o propósito de imitar portas - e na outra mão traz o cajado, daí a idéia de pastor. Na verdade ele chama, tanto para fazer parte de seu rebanho, como chama para a morte, para a despedida e assim levar as pessoas. Claro, isso tudo no imaginário católico. Pois bem, Jesus, figura conhecida e respeitada, teve em muitas esculturas seu cajado roubado! Seria obra do tinhoso? do coisa ruim? do Toninho do Diabo, ops.. esse já morreu... É Jesus ficou apenas com a pose, bate a porta, mas sem cajado. Algumas pessoas improvisaram cajados de madeira, outras colocam flores em suas mãos, mas concorde comigo, precisamos mudar o nome desse ultimo para Jesus Romântico ou Galanteador, já que bate a porta com flores! Estaria indo a um encontro? Ah! Vou parar de "blasfemar", muitas pessoas não conseguem entender que nem sempre uma brincadeira visa ofender a religião do próximo. Mas, sabe como é.
Voltando a cena do crime, Jesus sem cajado, Bastião sem flecha, Santo Antônio sem menino Jesus ( Ah! não encontrei nenhum, mas se encontrar, apostarei minhas fichas que foi alguma mulher com pretensões matrimôniais que concluiu o crime).
Por fim, termino minha postagem, sei que não cumpri com minha idéia nos trinta dias corridos, mas não vou deixar de escrever e completar trinta textos. Entretanto, agora tenho que postar trinta e três, para compensar. E como diria o grande narrador de bingo que eu conheço:
- Número, TRINTA E TRÊS, a idade de Cristo!
Viva! Bingo, Tômbola, eis a solução para os idosos!
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Mudar
Ahh cansei.. as duvidas tomam conta de mim, agora. Infelizmente nao moro no planeta vermelho.
Cuidado!
Estou avisando!
Ble
(teclado frances... acento e luxo)
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Fazenda
terça-feira, 7 de julho de 2009
Festa do Michael Jackson!
Taí, mais explícito que isso impossível. No post anterior, citando J.J Reis, escrevi: “A morte é uma festa”, pois é, hoje durante o dia todo qual foi a programação? Sim! A “festa” do velório do Michael Jackson! Festa!
Não me venham dizer que aquilo foi um velório, só pelo de conter, naquele recinto, um caixão que, cai entre nós, poderia OU não, conter o rei do pop.
Milhares de pessoas, astros, som, luz, show! Música, guitarra e o pobre esquife lá, deitado. Palavras de amor, saudade, enfim. Festa.
Enterrem logo o pobre presunto!
Vamos mudar de assunto. Não sei se vou conseguir escrever os textos sobressalentes para postar no feriado. Se isso não acontecer, não terei cumprido minha promessa... Mas eu prometi a quem? A ninguém, ou melhor, a mim. E eu posso perdoar minha dívida, eu sou bonzinho. Que assim seja!
Estou elaborando os dogmas da minha igreja. É! A igreja Paulíssima do 5º Dia Útil. Vou criar um livro com instruções para que os fiéis sigam. Mas se eles não quiserem seguir, pouco vai importar, afinal minha igreja preza pela liberdade. Nada de oferecer coisas para quem não existe ou não pode receber e colaborar. A única coisa que eu vou pedir é uns trocados, afinal precisamos pintar o salão paroquial, comprar papel higiênico para o banheiro e contribuir para a construção do meu palácio. Mais que isso, vou todos os domingos nas casas dos fiéis, cada dia em uma casa, para comer frango assado e macarrão. Sabe como é, precisamos ouvir os problemas dos fiéis. Na igreja Sede, teremos um bar. Sim, um Bar. Você me pergunta, porquê? Eu respondo, pobre pessoa. No bar, nossos fiéis poderão conversar, conhecer uns aos outros, ter uma relação de amizade real. Nada de besteirinhas, disque me disque, essas coisas de igreja normal. Os irmãos, primos, fiéis, enfim, poderão tomar um drink, comer uma porção, flertar e assim constituir uma verdadeira união.
A única coisa que me deixa triste com minha posição de "Reverendo" dessa instituição religiosa, diz respeito ao matrimônio. Infelizmente não é permitido o casamento, por parte do reverendo. Entretanto, é permitido o namoro, flerte, paquera. Só não pode casar. Mas namorar pode! Sabe como é, precisamos experimentar os prazeres carnais. Só o casamento que não. Pois, imagine você, pobre ovelha desgarrada, eu, Reverendo Paulíssimo, casado. Minha esposa me dando ordens, mudando a filosofia da igreja, isso iria tornar toda a doutrina um caos.
Que assim, seja!
segunda-feira, 6 de julho de 2009
A morte é uma festa!
Já aviso os desavisados. Se você tem problema ou não gosta do assunto morte, morrer, peço que feche esse blog e retorne amanha, no mesmo “bat horário”. Não vou dizer nada de subversivo, horripilante ou coisa do gênero. Só quero tratar de um assunto que incomoda muitos, inclusive eu.
Pois bem, hoje tive que ir para o cemitério, não era para fazer levantamento ou coisa do gênero. Tinha que levar minha mãe para o velório de um tio-avô (hífen? Sem? Junto? ahh) que havia falecido (obvio né Paulo). Ele era o último representante vivo da geração dos Toth (é a grafia é essa, pena que os cartórios mudam tudo).
Fui até o referido velório, que fica em anexo ao cemitério. Habituado com o local, provei (mais uma vez) do sabor de estar do outro lado, isso porque na minha convivência diária no cemitério sempre vejo a tristeza tomando conta das pessoas, mas meu olhar é sempre do outro, daquele que vê de fora. Pois sentei e fiquei observando as pessoas. Como diria J. Reis, a morte é uma festa, e realmente foi. Não que eu queria que o representante da família Toth tivesse falecido. Mas são nos velórios que as pessoas se encontram. Sim os parentes. Aqueles que você não vê faz anos. Além das piadas infames que sempre surgem, ouvimos burburinhos de “nossa quanto tempo”, “Lembra quando íamos de charrete para cidade”. “Você é filho de quem?”, e por ai vai. As pessoas até se esquecem do falecido. Claro que nos casos de falecimento de pessoas idosas, esse evento social torna-se menos doloroso, isso porque parece ter sido cumprida a ordem lógica da vida, de nascer, viver e morrer. Quando a morte vem de maneira abrupta, as coisas tomam outro rumo.
Mas esse caso foi assim. As pessoas se encontravam, lamentavam sim a morte, mas ao mesmo tempo confraternizavam-se, trocavam palavras e sentimentos.
Pode parecer estranho, escrever sobre isso, mas é real. Muitas coisas que nos tocam de maneira diferente, como é o caso da morte, tente a ser deixada de lado ou anexada ao discurso “não vamos falar desse assunto”.As pessoas têm medo da morte, ou melhor, medo da dúvida. Para sanar dúvidas usamos a lógica. Se as dúvidas insistem, usamos a religião. Se ainda tentem a atormentar, mudamos de assunto e deixamos para mais tarde.
Beijinho, beijinho, tchau, tchau!
domingo, 5 de julho de 2009
Domingo Apático
Domingo, 5 de julho de 2009. É mais um domingo apático.
Hoje completam-se 85 anos da Revolução Paulista de 1924 a segunda revolta tenentista do Brasil. Cinco anos após essa revolta que durou 23 dias, acontecer a Revolução de 1932.
Ao contrário do regionalismo dos gaúchos, muitos paulistas desconhecem tais revoluções e nem sabem ao certo o motivo do feriado no dia 9 de julho. Acho que seria importante saber. Mas... ultimamente os festejos desse dia estão cada dia mais vazios, os combatentes estão indo para outras dimensões e apenas o exercito brasileiro e outros gatos pingados comparecem as solenidades.
Hoje não fiz muitas coisas, coloque a Rádio no ar, cadastrei quase uma centena de jazigos no meu trabalho e recebi uma solicitação por parte de uma historiadora para com dados do cemitério. Fiquei feliz!
Bem, amanhã escrevo mais, não estou com pique. Estou cansado. Sorry!
Termino, colando a letra de uma musica que tem autoria de Cornélio Pires e Arlindo Santana. Letra que fala da revolução de 1924!Moda Da RevoluçãoCornélio Pires e Arlindo SantanaA revolta aqui em são pauloPara mim já não foi bãoPela notícia que correRevoltoso tem razãoAí estou me referindo,A essa nossa situaçãoSe os revoltoso ganharAí eu pulo e rolo no chãoQuando cheguei em são pauloO que cortou meu coraçãoEu vi a a bandeira de guerraLá na torre da estaçãoEncontrava gente mortoPor meio dos quarteirãoDava pena e dava dó,Ai era só judiaçãoNa hora que nós seguimos,Perseguindo o batalhãoSaimo por baixo de bala,Sem ter aliviaçãoE a gente ali deitadoSem deixar levantar do chãoDe bomba lá de são paulo,Ai roncava que nem trovãoZidoro se arretirouLá pro centro do sertãoPotiguara acompanhouAi prá fazer a traiçãoZidoro mandou um presenteQue foi feito por sua mãoAcabaram com potiguaraE acabou-se o valentãoNós tinha um 42Que atirava noite e diaCada tiro que ele davaEra mineiro que caíaE tinha um metralhadorQue encangaiava com pontariaOs mineiro com os baianoAi c´os paulista não podia
sábado, 4 de julho de 2009
Transbordando Indagações.
Sábado estranho. Um dia meio frio, mas não gelado. Estou com vontade de fazer alguma coisa que não sei o que. As opções são restritas. Estou a procura de um bom papo.
Hoje fui em um churrasco. Não falei, só ouvi. Estou estranho, acho que estou ficando chato.
Ouvir, é mais uma opção que fiz, ouvir mais e falar menos. Ouvir e refletir.
E olha que eu ouvi. Assuntos diversos, conclusões importantes. Entretanto, nada me agradou. Não que eu não gostei de estar com as pessoas, mas as conclusões não me agradaram. E não tinham que agradar, afinal ninguém tem que me agradar.
Cá estou, depois de jantar, sem lugar para ir, por hora. Minha intenção era encontrar um programa mais cultural. Mas a cidade está fechada para programas desse nível. Tais eventos sociais se acontecessem, seriam normalmente nos dias de semana.
Mas, não é bem um programa cultural que eu procuro. Queria mesmo, um bom papo. Conversar de coisas diversas. Lembrei agora que meu amigo Pedro, ele está lá em Ouro Preto, poxa lá qualquer papo torna-se um bom papo. Seria bom estar lá. Tomar um caldo, um campari e conversar observando as brumas que tomam conta da velha capital.
Isso passa.
Essa nova possibilidade de ouvir, ouvir e as vezes falar, vai me causar muitos problemas ainda, mas eu não estou me preocupando com isso. Estou mudando algumas coisas na minha vida e vai ter que ser assim. Claro que isso me faz transbordar indagações. Me perguntar, me questionar e quase sempre não encontrar respostas.
Prefiro não encontrar mais respostas, que responde-las de qualquer forma, ou inventar uma saída para o que é inexplicável.
Posso estar me tornando uma pessoa chata, mas estarei de bem comigo. E isso é vale mais que muitas dessa picuinhas.
Essa semana, dia 9, comemorarei, é, eu pelo menos eu vou comemorar, a Revolução Paulista. Ou melhor, Revolução Constitucionalista. MMDC na cabeça! Não vou participar das comemorações cívicas, pelo menos aqui em Piracicaba. Mas quem sabe em outra cidade já que estarei no Estado. Vou para Fazenda.
Para compensar, os três dias que estarei off, vou produzir para suprir a falta de textos. Minha meta são de trinta textos em trinta dias.
Que assim seja!








