terça-feira, 7 de julho de 2009

Festa do Michael Jackson!

Taí, mais explícito que isso impossível. No post anterior, citando J.J Reis, escrevi: “A morte é uma festa”, pois é, hoje durante o dia todo qual foi a programação? Sim! A “festa” do velório do Michael Jackson! Festa!

Não me venham dizer que aquilo foi um velório, só pelo de conter, naquele recinto, um caixão que, cai entre nós, poderia OU não, conter o rei do pop.

Milhares de pessoas, astros, som, luz, show! Música, guitarra e o pobre esquife lá, deitado. Palavras de amor, saudade, enfim. Festa.

Enterrem logo o pobre presunto!

Vamos mudar de assunto. Não sei se vou conseguir escrever os textos sobressalentes para postar no feriado. Se isso não acontecer, não terei cumprido minha promessa... Mas eu prometi a quem? A ninguém, ou melhor, a mim. E eu posso perdoar minha dívida, eu sou bonzinho. Que assim seja!

Estou elaborando os dogmas da minha igreja. É! A igreja Paulíssima do 5º Dia Útil. Vou criar um livro com instruções para que os fiéis sigam. Mas se eles não quiserem seguir, pouco vai importar, afinal minha igreja preza pela liberdade. Nada de oferecer coisas para quem não existe ou não pode receber e colaborar. A única coisa que eu vou pedir é uns trocados, afinal precisamos pintar o salão paroquial, comprar papel higiênico para o banheiro e contribuir para a construção do meu palácio. Mais que isso, vou todos os domingos nas casas dos fiéis, cada dia em uma casa, para comer frango assado e macarrão. Sabe como é, precisamos ouvir os problemas dos fiéis. Na igreja Sede, teremos um bar. Sim, um Bar. Você me pergunta, porquê? Eu respondo, pobre pessoa. No bar, nossos fiéis poderão conversar, conhecer uns aos outros, ter uma relação de amizade real. Nada de besteirinhas, disque me disque, essas coisas de igreja normal. Os irmãos, primos, fiéis, enfim, poderão tomar um drink, comer uma porção, flertar e assim constituir uma verdadeira união.

A única coisa que me deixa triste com minha posição de "Reverendo" dessa instituição religiosa, diz respeito ao matrimônio. Infelizmente não é permitido o casamento, por parte do reverendo. Entretanto, é permitido o namoro, flerte, paquera. Só não pode casar. Mas namorar pode! Sabe como é, precisamos experimentar os prazeres carnais. Só o casamento que não. Pois, imagine você, pobre ovelha desgarrada, eu, Reverendo Paulíssimo, casado. Minha esposa me dando ordens, mudando a filosofia da igreja, isso iria tornar toda a doutrina um caos.

Que assim, seja!

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