quinta-feira, 30 de julho de 2009
Enfim... Acabou
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Mussum Day!
terça-feira, 28 de julho de 2009
Juca Kifouri! Até quem enfim alguém!
Não tomarás em vão o nome do SENHOR, o teu Deus
Maledita caixa televisiva
sexta-feira, 24 de julho de 2009
20 minutos... e poucas idéias...
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Era apenas uma... ou doze...
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Amistad, Religião, Cultura e afins.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
"Coisa di loco"
domingo, 19 de julho de 2009
De tão bonito, chega a ser feio
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Consolação
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Resposta e o preconceito
Vamos tentar responder a pergunta do post passado... - "A mudança causa medo, algumas pessoas não mudam por isso, já outras mudam constantemente, por que algumas dessas (pessoas) mudam e as vezes para pior?"
É embora eu queira buscar respostas para todas as perguntas, acho que essa não é plausível de resposta, claro que posso encontrar alguma explicação para isso mas vai variar, ihhh claro que vai. As pessoas estão sempre em busca da felicidade ou daquilo que elas julgam felicidade, é. Julgam pois, quando alcançam sempre querem mais. Veja o exemplo: Se você quer comprar um carro novo para alcançar sua felicidade (Sem papo que isso é materialismo, capitalismo). Você dá duro, trabalha, e consegue. Tá e ai? Tá feliz? Sim, estou! Certo e qual o motivo que vai te fazer, daqui a alguns dias almejar um novo carro? Não estava feliz carambola? Não!
Veja, as pessoas querem mais, sempre. Mais dinheiro, mais comida, mais sossego, mais agito, mais silêncio, mais barulho, mais paz, mais progresso, mais guerra. Sempre mais! Por isso nunca vão deixar de mudar. Mas elas não percebem isso. Ah, já perdi a linha de pensamento, estava falando em mudança! Pois bem, as pessoas mudam e as vezes pioram, claro pioram as vezes ao nossos olhos mas o que importa é ela. Então confirmo e encerro o assunto, as pessoas na verdade são egoístas! Já dizia Raulzito "EU SOU EGOÍSTA!" (http://www.youtube.com/watch?v=KnYRQowDrWg)
Na verdade, pouparia o meu e o seu tempo apenas colando a letra dessa música. Acho que traduz bem essa mudança. As pessoas são egoístas, podem não demonstrar hoje, agora, mas são e um dia isso vem a tona e algumas são muito, mas MUITO, egoístas!
Eu sou egoísta
Composição: Raul Seixas / Marcelo Motta
É, "o que eu como a prato pleno, bem pode ser o seu veneno!". Portanto abra o olho!
Ahhh para o próximo post talvez, "A guerra é produto da paz!". É, paz paz paz paz.
Beijooooooooooooo
terça-feira, 14 de julho de 2009
Agora já é amanhã
segunda-feira, 13 de julho de 2009
"Ele está de volta na noite.. ele está de volta no bar..."
Final de semana foi bom! Fazenda etc e tal.
Estive pensando sobre muitas coisas, muitas idéias mas pouca inspiração.
Na verdade, os cemitério vem tomando grande tempo da minha vida e com isso tudo que penso se relaciona a morte. Falando nela e nele, morte e cemitério respectivamente mas sem me alongar, descobri que não foi apenas o Bastião que perdeu seus atributos santos.
Sim! Jesus foi assaltado! Vejam isso! E não apenas uma vez. Existe uma escultura bastante difundida de Jesus que é chamada por alguns de Cristo Bom Pastor, outros como Cristo Bate a porta ou coisa do gênero, que não lembro agora. A iconografia é mais ou menos assim: Um Jesus, forte e alto como sempre, com traços ocidentais, que faz o movimento de bater em uma porta - algumas construções são erigidas com pedras verticais com o propósito de imitar portas - e na outra mão traz o cajado, daí a idéia de pastor. Na verdade ele chama, tanto para fazer parte de seu rebanho, como chama para a morte, para a despedida e assim levar as pessoas. Claro, isso tudo no imaginário católico. Pois bem, Jesus, figura conhecida e respeitada, teve em muitas esculturas seu cajado roubado! Seria obra do tinhoso? do coisa ruim? do Toninho do Diabo, ops.. esse já morreu... É Jesus ficou apenas com a pose, bate a porta, mas sem cajado. Algumas pessoas improvisaram cajados de madeira, outras colocam flores em suas mãos, mas concorde comigo, precisamos mudar o nome desse ultimo para Jesus Romântico ou Galanteador, já que bate a porta com flores! Estaria indo a um encontro? Ah! Vou parar de "blasfemar", muitas pessoas não conseguem entender que nem sempre uma brincadeira visa ofender a religião do próximo. Mas, sabe como é.
Voltando a cena do crime, Jesus sem cajado, Bastião sem flecha, Santo Antônio sem menino Jesus ( Ah! não encontrei nenhum, mas se encontrar, apostarei minhas fichas que foi alguma mulher com pretensões matrimôniais que concluiu o crime).
Por fim, termino minha postagem, sei que não cumpri com minha idéia nos trinta dias corridos, mas não vou deixar de escrever e completar trinta textos. Entretanto, agora tenho que postar trinta e três, para compensar. E como diria o grande narrador de bingo que eu conheço:
- Número, TRINTA E TRÊS, a idade de Cristo!
Viva! Bingo, Tômbola, eis a solução para os idosos!
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Mudar
Ahh cansei.. as duvidas tomam conta de mim, agora. Infelizmente nao moro no planeta vermelho.
Cuidado!
Estou avisando!
Ble
(teclado frances... acento e luxo)
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Fazenda
terça-feira, 7 de julho de 2009
Festa do Michael Jackson!
Taí, mais explícito que isso impossível. No post anterior, citando J.J Reis, escrevi: “A morte é uma festa”, pois é, hoje durante o dia todo qual foi a programação? Sim! A “festa” do velório do Michael Jackson! Festa!
Não me venham dizer que aquilo foi um velório, só pelo de conter, naquele recinto, um caixão que, cai entre nós, poderia OU não, conter o rei do pop.
Milhares de pessoas, astros, som, luz, show! Música, guitarra e o pobre esquife lá, deitado. Palavras de amor, saudade, enfim. Festa.
Enterrem logo o pobre presunto!
Vamos mudar de assunto. Não sei se vou conseguir escrever os textos sobressalentes para postar no feriado. Se isso não acontecer, não terei cumprido minha promessa... Mas eu prometi a quem? A ninguém, ou melhor, a mim. E eu posso perdoar minha dívida, eu sou bonzinho. Que assim seja!
Estou elaborando os dogmas da minha igreja. É! A igreja Paulíssima do 5º Dia Útil. Vou criar um livro com instruções para que os fiéis sigam. Mas se eles não quiserem seguir, pouco vai importar, afinal minha igreja preza pela liberdade. Nada de oferecer coisas para quem não existe ou não pode receber e colaborar. A única coisa que eu vou pedir é uns trocados, afinal precisamos pintar o salão paroquial, comprar papel higiênico para o banheiro e contribuir para a construção do meu palácio. Mais que isso, vou todos os domingos nas casas dos fiéis, cada dia em uma casa, para comer frango assado e macarrão. Sabe como é, precisamos ouvir os problemas dos fiéis. Na igreja Sede, teremos um bar. Sim, um Bar. Você me pergunta, porquê? Eu respondo, pobre pessoa. No bar, nossos fiéis poderão conversar, conhecer uns aos outros, ter uma relação de amizade real. Nada de besteirinhas, disque me disque, essas coisas de igreja normal. Os irmãos, primos, fiéis, enfim, poderão tomar um drink, comer uma porção, flertar e assim constituir uma verdadeira união.
A única coisa que me deixa triste com minha posição de "Reverendo" dessa instituição religiosa, diz respeito ao matrimônio. Infelizmente não é permitido o casamento, por parte do reverendo. Entretanto, é permitido o namoro, flerte, paquera. Só não pode casar. Mas namorar pode! Sabe como é, precisamos experimentar os prazeres carnais. Só o casamento que não. Pois, imagine você, pobre ovelha desgarrada, eu, Reverendo Paulíssimo, casado. Minha esposa me dando ordens, mudando a filosofia da igreja, isso iria tornar toda a doutrina um caos.
Que assim, seja!
segunda-feira, 6 de julho de 2009
A morte é uma festa!
Já aviso os desavisados. Se você tem problema ou não gosta do assunto morte, morrer, peço que feche esse blog e retorne amanha, no mesmo “bat horário”. Não vou dizer nada de subversivo, horripilante ou coisa do gênero. Só quero tratar de um assunto que incomoda muitos, inclusive eu.
Pois bem, hoje tive que ir para o cemitério, não era para fazer levantamento ou coisa do gênero. Tinha que levar minha mãe para o velório de um tio-avô (hífen? Sem? Junto? ahh) que havia falecido (obvio né Paulo). Ele era o último representante vivo da geração dos Toth (é a grafia é essa, pena que os cartórios mudam tudo).
Fui até o referido velório, que fica em anexo ao cemitério. Habituado com o local, provei (mais uma vez) do sabor de estar do outro lado, isso porque na minha convivência diária no cemitério sempre vejo a tristeza tomando conta das pessoas, mas meu olhar é sempre do outro, daquele que vê de fora. Pois sentei e fiquei observando as pessoas. Como diria J. Reis, a morte é uma festa, e realmente foi. Não que eu queria que o representante da família Toth tivesse falecido. Mas são nos velórios que as pessoas se encontram. Sim os parentes. Aqueles que você não vê faz anos. Além das piadas infames que sempre surgem, ouvimos burburinhos de “nossa quanto tempo”, “Lembra quando íamos de charrete para cidade”. “Você é filho de quem?”, e por ai vai. As pessoas até se esquecem do falecido. Claro que nos casos de falecimento de pessoas idosas, esse evento social torna-se menos doloroso, isso porque parece ter sido cumprida a ordem lógica da vida, de nascer, viver e morrer. Quando a morte vem de maneira abrupta, as coisas tomam outro rumo.
Mas esse caso foi assim. As pessoas se encontravam, lamentavam sim a morte, mas ao mesmo tempo confraternizavam-se, trocavam palavras e sentimentos.
Pode parecer estranho, escrever sobre isso, mas é real. Muitas coisas que nos tocam de maneira diferente, como é o caso da morte, tente a ser deixada de lado ou anexada ao discurso “não vamos falar desse assunto”.As pessoas têm medo da morte, ou melhor, medo da dúvida. Para sanar dúvidas usamos a lógica. Se as dúvidas insistem, usamos a religião. Se ainda tentem a atormentar, mudamos de assunto e deixamos para mais tarde.
Beijinho, beijinho, tchau, tchau!
domingo, 5 de julho de 2009
Domingo Apático
Domingo, 5 de julho de 2009. É mais um domingo apático.
Hoje completam-se 85 anos da Revolução Paulista de 1924 a segunda revolta tenentista do Brasil. Cinco anos após essa revolta que durou 23 dias, acontecer a Revolução de 1932.
Ao contrário do regionalismo dos gaúchos, muitos paulistas desconhecem tais revoluções e nem sabem ao certo o motivo do feriado no dia 9 de julho. Acho que seria importante saber. Mas... ultimamente os festejos desse dia estão cada dia mais vazios, os combatentes estão indo para outras dimensões e apenas o exercito brasileiro e outros gatos pingados comparecem as solenidades.
Hoje não fiz muitas coisas, coloque a Rádio no ar, cadastrei quase uma centena de jazigos no meu trabalho e recebi uma solicitação por parte de uma historiadora para com dados do cemitério. Fiquei feliz!
Bem, amanhã escrevo mais, não estou com pique. Estou cansado. Sorry!
Termino, colando a letra de uma musica que tem autoria de Cornélio Pires e Arlindo Santana. Letra que fala da revolução de 1924!Moda Da RevoluçãoCornélio Pires e Arlindo SantanaA revolta aqui em são pauloPara mim já não foi bãoPela notícia que correRevoltoso tem razãoAí estou me referindo,A essa nossa situaçãoSe os revoltoso ganharAí eu pulo e rolo no chãoQuando cheguei em são pauloO que cortou meu coraçãoEu vi a a bandeira de guerraLá na torre da estaçãoEncontrava gente mortoPor meio dos quarteirãoDava pena e dava dó,Ai era só judiaçãoNa hora que nós seguimos,Perseguindo o batalhãoSaimo por baixo de bala,Sem ter aliviaçãoE a gente ali deitadoSem deixar levantar do chãoDe bomba lá de são paulo,Ai roncava que nem trovãoZidoro se arretirouLá pro centro do sertãoPotiguara acompanhouAi prá fazer a traiçãoZidoro mandou um presenteQue foi feito por sua mãoAcabaram com potiguaraE acabou-se o valentãoNós tinha um 42Que atirava noite e diaCada tiro que ele davaEra mineiro que caíaE tinha um metralhadorQue encangaiava com pontariaOs mineiro com os baianoAi c´os paulista não podia
sábado, 4 de julho de 2009
Transbordando Indagações.
Sábado estranho. Um dia meio frio, mas não gelado. Estou com vontade de fazer alguma coisa que não sei o que. As opções são restritas. Estou a procura de um bom papo.
Hoje fui em um churrasco. Não falei, só ouvi. Estou estranho, acho que estou ficando chato.
Ouvir, é mais uma opção que fiz, ouvir mais e falar menos. Ouvir e refletir.
E olha que eu ouvi. Assuntos diversos, conclusões importantes. Entretanto, nada me agradou. Não que eu não gostei de estar com as pessoas, mas as conclusões não me agradaram. E não tinham que agradar, afinal ninguém tem que me agradar.
Cá estou, depois de jantar, sem lugar para ir, por hora. Minha intenção era encontrar um programa mais cultural. Mas a cidade está fechada para programas desse nível. Tais eventos sociais se acontecessem, seriam normalmente nos dias de semana.
Mas, não é bem um programa cultural que eu procuro. Queria mesmo, um bom papo. Conversar de coisas diversas. Lembrei agora que meu amigo Pedro, ele está lá em Ouro Preto, poxa lá qualquer papo torna-se um bom papo. Seria bom estar lá. Tomar um caldo, um campari e conversar observando as brumas que tomam conta da velha capital.
Isso passa.
Essa nova possibilidade de ouvir, ouvir e as vezes falar, vai me causar muitos problemas ainda, mas eu não estou me preocupando com isso. Estou mudando algumas coisas na minha vida e vai ter que ser assim. Claro que isso me faz transbordar indagações. Me perguntar, me questionar e quase sempre não encontrar respostas.
Prefiro não encontrar mais respostas, que responde-las de qualquer forma, ou inventar uma saída para o que é inexplicável.
Posso estar me tornando uma pessoa chata, mas estarei de bem comigo. E isso é vale mais que muitas dessa picuinhas.
Essa semana, dia 9, comemorarei, é, eu pelo menos eu vou comemorar, a Revolução Paulista. Ou melhor, Revolução Constitucionalista. MMDC na cabeça! Não vou participar das comemorações cívicas, pelo menos aqui em Piracicaba. Mas quem sabe em outra cidade já que estarei no Estado. Vou para Fazenda.
Para compensar, os três dias que estarei off, vou produzir para suprir a falta de textos. Minha meta são de trinta textos em trinta dias.
Que assim seja!
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Revolução das máquinas!
Cá estou eu, novamente, escrevendo algumas linhas sem sentido definido. Bem, quando criei esse blog, não tinha nenhum objetivo. Agora tenho! Meu objetivo é escrever durante 30 dias, ou seja, 30 textos ou mais. Objetivo? Para de ser vagabundo.
Ora, segundo a minha QUERIDA professora Sônia, para se escrever bem era preciso ler e principalmente, escrever. Pois então... Vou escrever. Não que escreva bem, mas...
Hoje aconteceu uma coisa estranha. Tirei meu carro da garagem para minha mãe poder lavar todo o abrigo. Tirei, estacionei. Quando fui tirar o carro do meu irmão, percebi que o safadinho, havia deixado a luz interna acesa, ou seja: LOW BATTERY!
Graças a tecnologia, tranco não é o caminho. Deixei o carro na garagem e esperei o garoto voltar do trabalho. Ele chegou, fui dar a noticia e pensar na maneira de resolver. Pensei que fosse apenas um problema de “fim de carga”. Mandei-o buscar o cabo de “chupeta” (uhhhh) enquanto manobraria meu veiculo para garagem para ressuscitar o pequeno Palio. Eis que, meu tomóvel não queria mais despertar do sono da tarde. Resultado: LOW BATTERY!
Seria algum complô das máquinas contra o bobo aqui? Pensei, tranco (ahh santo caburador) mas lembrei, câmbio automático... Não rolava ( ahhh santo conforto).
Meu irmão solicitou a presença de um amigo. Esse enconstou seu veículo, ligamos e estranhamente... a vida não queria voltar para aquela máquina. Troca bateria, benze, pede para Alá, Jacó... pronto. Voltou! Aproveitei a sobre-vida da máquina e liguei no meu carro. Vamos ver qual é. Estranhamente, magicamente, macumbamente, espiritualmente, paulisticamente, ouço os seis cilindros entrarem em sincronismo! Funcionou! Mas... qual motivo?
Bem, sinceramente não sei, acho que as máquinas estavam de complô, na verdade elas sempre entram em discussão comigo, a ponto de não saber se as trato bem, chamando de minha máquina, meu amor, meu amontoado de engrenagens ou se xingo e solto um “lata velha” ao pé do ouvido, ou melhor, ao pé do vidro!
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Seria o “casamento uma mera troca de anéis?”
“Casamento é uma mera troca de anéis”
Embora a colocação dessa frase na canção proporcione uma ambigüidade de sentido, se tomarmos seu significado mais evidente, acredito que a brincadeira torna-se uma grande crítica.
Hoje, estive auxiliando meu amigo André, vulgo Pepe (Não é da dupla Pepe e Nenê não!) em um workshop voltado para os futuros casais, ou seriam os futuros “satisfatoriamente matrimonializados”. Tal evento possuía profissionais de diversas áreas que executavam trabalhos voltados para o casamento. Fotógrafos, Vídeo Maker´s ( Nicooooo), Buffet, Vestido de Noiva, enfim, as pessoas podiam experimentar e ver diversos produtos e contratar para participaram de seu casamento.
Sentado, observando, comecei a me questionar sobre a importância, necessidade e principalmente, no real valor de um casamento. A inúmera quantidade de pessoas que estavam ali e que tinham com isso, grande potencial para o enlace, buscavam produtos novos, uma festa linda e conseqüentemente cara. E eu, observando, pensava.
Via nos olhos, principalmente das mulheres, a realização de um sonho, uma festa grandiosa, cheia de enfeites, parentes e comida. E pensava.
Pensei, pensei. E comecei a relacionar tais atitudes com problemas sociais no qual passamos, problemas vivenciados por mim como professor, dentro de sala de aula. Falta de estrutura familiar, família! Célula Mater da Sociedade, do mundo, do universo!
O casamento, não é mais uma união verdadeira. As pessoas não se casam porque se juntam, se fundem, torna-se um só. As pessoas casam porque precisam demonstrar para sociedade que elas são queridas, amadas. As festas de casamento são mais importantes que a real união. Ninguém mais se preocupa com a realidade, com o amor, com o sentimento. As pessoas se preocupam com a decoração, com os convidados, que, quanto mais melhor! Se sua festa tem quinhentos convidados, supimpa! Você é rico, tem condição!
Ora, meu nobre amigo. Casar porque? Para provar que você não é rejeitado? Para reclamar da vida? Para formar uma família?
Não se engane! Uma família independe de uma simples troca de anel! Uma família se constitui de realidade. Sonhos, ultimamente nem dormindo tenho mais!
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Qual o convite mais maluco que te fizeram???
“(...) Ora, a crônica está sempre ajudando a estabelecer ou restabelecer a dimensão das coisas e das pessoas.
Em lugar de oferecer um cenário excelso, numa revoada de adjetivos e períodos candentes , pega o miúdo e mostra nele uma grandeza ou uma singularidade insuspeitadas. Ela é amiga da verdade e da poesia na suas formas mais diretas e também nas suas formas mais fantásticas, - sobretudo porque quase sempre utiliza o humor.” Antonio Candido
Confesso que já li diversas definições acerca do gênero: CRÔNICA. Tais explicações me sanavam as dúvidas momentaneamente, mas com o transcorrer dos dias, eu acabava esquecendo e era obrigado a regressar as definições.
Procurei sobre “crônicas” quando nos últimos meses do curso de História eu, e outros companheiros de sala de aula, mas de efetiva e grande participação mesmo só meu amigo Pedro ( é... não é só Raul Seixas que tem um amigo Pedro), desenvolvemos sob orientação da professora Virgínia um trabalho muito bem pensado e elaborado, posteriormente, sobre uma crônica do afamado Machado de Assis ( Machadão em determinados dias... e Machadinho em outros).
Mas acredito que minha última procura efetiva se deu quando fui designado para lecionar português para alguma turma do ensino fundamental que não lembro ao certo. Lembro do tema, pois era conteúdo do famigerado “Caderno do Aluno”, produto de obra do meu grande amigo José Serra e sua turminha da educação.
Entretando, como já citei, li, e esqueci.
Eis que, ontem, quando procurava um microfone nos armários de casa encontrei um pequeno livro, que pertenceu a minha prima. Tal livro era voltado para o ensino fundamental, e tinha como título “Para gostar de ler – Volume 5 – Crônica”. Diferente dos divertidíssimos livros com conteúdo erótico distribuído em 2009 para os alunos das escolas estaduais, o conteúdo e os autores de tal obra me chamaram a atenção. Carlos Drummond de Andrade, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos e Rubem Braga, contribuíam com crônica para essa coleção.
Pois lendo o prefácio, escrito majestosamente por Antonio Cândido, me deparo com uma definição de crônica que bateu em meu cucuruco (Cabeça! Meu priminho que fala cucuruco!). Creio que agora, não serei mais tentado a procurar novas definições para toda vez que me bater a dúvida acerca desse gênero. Falei, escrevi, pensei e não cheguei a lugar algum. O assunto de hoje não é esse. Escrevi isso até agora para quem sabe, como alguns alunos faziam nas provas, que ficavam até o último minuto na sala de aula imaginando que uma luz, um Chicho Xavier, um pokemóm, Jáspion ou qualquer outro ser “não-mundano” aparecesse e resolvesse a prova, que jaz sobre a carteira repousava.
Bem, vamos desenvolver algo.
Estava pensando... Vou elaborar uma pesquisa entre as mulheres para saber: “Qual foi o convite mais maluco que já te fizeram?”. É! Gostaria de saber o quão ousado são as pessoas, no caso os homens para com as mulheres. Sei que existem diversos tipos de convites, que a proximidade dessas pessoas os influenciam, então pensei em restringi-los a convites para passeios. Excluindo propostas indecentes de amigos coloridos e afins. Ora, tentarei ser claro.
Qual foi o convite que mais te causou estranheza? Um colega/amigo te chamar para um piquinique? Ou para uma visita ao museu? Ir para uma cidade vizinha? Correr pelado na chuva?
Vocês podem se perguntar, mas... qual o motivo de tal pergunta?. Explico. Já convidei pessoas para sair, para beber, para andar, para visitar o cemitério, porém os destinos de tais convites não são e nem foram decisivos para sua aceitação ou não. Convites que poderia ter conotação de “algo mais”, mas que eram pleiteados em lugares “normais” as vezes não eram aceitos. Convites de pura inocência, não sei se esse é o termo, mas em locais diferentes, de novas possibilidades e perspectivas eram aceitos. Ora, concluo que então, independente do convite, seu fim é justificado pelo meio... aquela máxima “ Os fins justificam os meios” é, atribuem ao Nico ( Nicolau Maquiavel) mas não é.
Acho que me perdi... nem eu sei onde chegar.
Mas se confundi, me perdi ou viajei, me responda: Qual convite te agradaria mais, um passeio ao shopping, ao parque, um lançamento de livro, palestra, cemitério, qual convite se eu te fizesse você certamente aceitaria?
Amanhã ou depois, prometo me expressar melhor. Existe um conflito em minha cabeça!
PS: É É É Timão Campeão!








