segunda-feira, 28 de setembro de 2009

FAFUPI, educação extramuros!

Alguém já ouviu falar de FAFUPI? Não? Pois bem, FAFUPI é uma conceituada faculdade que tem formado excelentes profissionais e, muito mais que ensinar, ela preza por uma educação completa, para a vida toda.
Diferente das faculdades beira de estrada, a FAFUPI transforma pessoas em profissionais. Iniciei meu curso nessa instituição em 2005, no campus Cruz Caiada em Piracicaba. Já nos primeiros dias de aula pude notar a diferença de uma instituição de respeito e comprometida com a educação. Apesar do nome: Faculdade de Funilaria e Pintura, que foi o primeiro curso disponibilizado por tal faculdade e que apresenta uma grande concorrência ( segundo pesquisas, no ano passado mais de 34 pessoas disputavam uma vaga nesse curso). Como essa imensa disputa, me inscrevi no novo curso, que teve sua grade curricular posta em cheque na turma 1/2005, de Técnicas e Pintura Residencial (TPR). Esse curso inovador, foi uma afronta aos cursos de engenharia, arquitetura e design. Tais cursos, evidenciavam muito apenas a parte teórica, formando profissionais fracos, estilo SERGIOS NAIAS.
Lembro até hoje, quando adentrei ao campus, e fui recebido pelos veteranos da faculdade. Embora meu curso fosse novo, os alunos dos outros cursos sentiram-se na obrigação de nos recepcionar. Foi uma festa maravilhosa, primeiro um trote, claro! Jogaram tinta automotiva em nossos cabelos, nos deram choque, fizeram o famoso "balancinho", que consiste em enfiar o bixo dentro da betoneira cheia de cimento, areia, cal e água e fazer a gente rodar um pouquinho! Depois dessa parte de interação, fomos até o refeitório, onde fomos agraciados com uma marmita supimpa! especialidade da casa!
Mas nem só de festa é feita a vida! Depois fomos conhecendo, um a um os professores, que tinham a missão de transformar, uns "bostas" em profissionais respeitados e muito bem remunerados.
O primeiro a se apresentar, foi o Chanceler da faculdade, Sr. Droguette. Um jovem senhor, que nos apresentou todo o campus, as paredes recém construída pela turma de Pedreiros (estavam em seu projeto de TCC) e que seria utilizada por nossa turma ainda nesse semestre para as aulas de Introdução a Pintura Residencial. Também conhecemos as casas geminadas que eram usadas por várias turmas, o complexo de andaimes, a sala de materias, enfim, todo o campus.
Na sala de convenções da faculdade, o chanceler foi chamando, um a um, os professores. Não me recordo a ordem, mas lembro bem como ele os apresentou:
- Gostaria de apresentar a vocês, alunos, os professores, incumbidos da missão de transformar meninos, em homens!
Eles iam entrando, Prof. Marcos, Prof. João Francisco, Prof. Alfredo, Prof. Givanildo... a trupe toda!
As aulas começaram, e estava ansioso para aprender as técnicas e mudar essa minha visão estreita do mundo moderno. Lembro das aulas do primeiro semestre: Introdução a Pintura Residencial, Técnicas de Limpeza da Obra, Segurança do Trabalho, Economia e Algebra.
Aprendi muito, fiz amigos. No último e oitavo semestre (é o presente semestre), me recordo das aulas de Técnicas avançadas de pintura em altura ( Usei muito disso hoje!) e no meu projeto de TCC, talvez o mais ousado da turma! Em companhia de meus companheiros, desenvolvemos um trabalho multidisciplinar, unindo a área de Elétrica (Faculdade de Elétrica Residencial), da Marcenaria ( Faculdade de Marcenaria) e do meu curso. Resolvemos reformar uma casa dos anos 1940, localizada em Piracicaba. Ela já havia passado por várias intervenções e estava em um estado bastante complicado. Com uma estética "Art Déco" e muita história para contar, aceitamos o desafio com o título: "Loucura, reformar casa é mais foda que construir".
A obra já completa seus 45 e dias e está dentro do prazo que é de 60. Apesar dos imprevistos, conseguimos desenvolver um excelente trabalho, mesclando essa interdisciplinariedade e reduzindo os custos em mais de 3.000 cruzeiros.
Espero que consiga a nota máxima junto ao professor, que considero o mais rigoroso da faculdade, o Praxedes. Mas vamos conseguir!

Um beijo, um abraço e uma marmita com ovo!
Paulo
quase um Bacharel em Técnicas de Pintura Residencial

domingo, 27 de setembro de 2009

Idéias, ensaios, pensamentos... nada me contenta.

Depois de um longo verão, decidi voltar a escrever. Ou melhor, tentar escrever.
Essas últimas semanas foram um pouco corridas, algumas aulas, ajudando o PP na produtora ( exercendo minha profissão que conquistei junto a FAFUPI [Faculdade de Funilaria e Pintura]) e ajeitando as coisas para viagem. É, vou viajar! Vou para Colômbia apresentar um trabalho. Vamos ver como vai ser essa empreitada! A única coisa que quero é tomar um bom café! hehehe
Embora não escreva, tenho pensado muito. Pensei em escrever a respeito da "castração química", que querem aplicar em pedófilos ( Vi em uma repostagem, e eles mostravam casos patológico). Nessa onda, me deu a idéia de fazer uma comparação com o filme "Laranja Mecânica", pois de alguma forma achei que tinha alguma ligação. Mas não rolou.
Sobre a guerra, aquela mesmo que vinha travando há tempos, não acabou. Na verdade as batalhas duram dias, semanas. É mais ou menos como na Segunda Guerra onde, em um certo momento, um prédio tomado pelos alemães e usado como uma espécie de "base" demorava muito tempo para ser tomado e quando era tomado pelos russos, acontecia a mesma coisa, consumindo um longo tempo, em um só lugar e brigando por apenas um prédio. Ah, os russos eram especialistas nisso. Pois bem, a guerra continua. Talvez tenha atingido seu ápice! Em um momento em que era forte a idéia que o inimigo iria se entregar, ele recuou, se municiou e venho para o ataque. Resta apenas pensar em ações devastadoras. Os tratados, serão desrespeitados. Quem sabe um novo "Enola Gay" não despeje uma ogiva atômica sobre o inimigo.
Maluco essas coisa né? Mas eu penso e trabalho assim. Guerra. Batalhas. Tenho perdido algumas, ganho outras. É É É
Estava analisando algumas atitudes e notei que as pessoas as vezes querem ser diferentes, mas querem usar as mesmas roupas. Querem ter a água e o fogo. E isso não é possível. Ah...!
Bem, com sempre não consegui escrever nada de útil. Eu chego, sento e minha cabeça parece que " trava". Vou dormir, não... vou ler "Almas Mortas" e pensar que estou na Russia feudal....
Fica o aviso: "Destino é a gente que faz!". E mais essa " Eu não vou salvar o mundo para essa gente que complica".
Se doer, doeu. O que é real, não se apaga. OK?
Apesar que... " Tudo que é sólido se desmancha no ar". É por isso que com meus sentimentos não construo castelos, casas ou sonhos.

Falou e disse! Dizia o cancioneiro!
Um Beijos, a quem merece!
Um Abraço, a quem merece!
Quem não merece? Nem deveria ter lido.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Aviso!

Esou sumido.. mas tô vivo! Não foi dessa vez que o disco me levou!
Logo posto mais.. amanhã.. quase certeza!

Até!

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Imponha respeito!

Nada de novo no front, hoje. Ontem, porém, posso dizer que um país feito a Itália deu as caras no confronto. Comparo esse país com a Itália visto suas ações nos conflitos bélicos mundiais. Ora Eixo, ora aliados. Acho quem vocês entendem.
As palavras que escrevi ontem sobre eventualidade, posto novamente com correções e sugestões da minha amiga Patrícia Neme, grande poetisa! ( Colo no final!)
Estava há pouco escovando os dentes quando me veio a cabeça, após ler uma manchete da confusão entre polícia e população na favela de Heliópolis em SP, uma sugestão ou melhor imposição de uma diretora de escola para os professores. Ela dizia: " - Os professores não podem deixar os alunos ficar em pé na sala de aula, aluno tem que estudar. O professor precisa impor respeito em sala!." Bonito isso né? Só poderia ser palavras de um pedagogo. Nada contra, porém como disse Renato Russo "eu não protejo general de dez estrelas que fica atrás da mesa com o cu na mão..." E é por ai, escrever sobre educação é fácil!
Pos bem, qual a relação entre Heliópolis, favela e escola? Ah, sim! A relação é:

Um policial, para impor respeito, ele usa a força.
Um Juiz para impor respeito, ele usa a sentença.
Um Estado para impor respeito, usa a multa.
Um cidadão, para impor respeito, usa a lei.
E o professor? Como é que esse profissional(não sei se essa é a palavra, explico depois) consegue impor respeito ( Se soubesse, seria profissional né? Então vou mudar para AMADOR). Se o professor usa a força, é culpado. Se usa a sentença, é mal interpretado. Se usa a multa, é opressor e se usa a lei, bem.... Qual lei que está do lado do professor?
Ora, ora, nobre diretora, o respeito que deve ser imposto pelo professor, não florece apenas em sala de aula. A sociedade é refletida na escola. Fato!
Cansei.

Colo o texto de ontem! Beijo e Itália.. decida seu lado.. o butim de guerra não será dividido com você!



e.ven.tu.al

Adjetivo de dois gêneros.

Que depende de acontecimento incerto; casual, fortuito, acidental.[Pl.: –ais.]


Eventualmente, atuo como professor.
Sendo assim, eventualmente preparo aulas.
Eventualmente, imagino poder transmitir conhecimento,
pois sempre me deparo com classes cheias.
Eventualmente, consigo fomentar uma discussão,
já que essa é a função de um professor.
Eventualmente, alguém presta atenção ao que digo,
quando, na verdade, seria "obrigação" de todos o fazê-lo.
Eventualmente, alguém consegue aprender alguma coisa.
E isso é o que me motiva a continuar, eventualmente.

No entanto.

Frequentemente, sinto vontade de sumir.
Frequentemente, sinto pena daqueles que desperdiçam a oportunidade de descobrir o conhecimento.
Frequentemente, sou agredido. Por palavras, gestos e atitudes.
Frequentemente, ninguém quer resolver o problema.
Frequentemente, o egoísmo e a ganância sobrepujam a ética.
Frequentemente, penso em desistir.
Mas lembro que, eventualmente, alguém pode aprender alguma coisa comigo.